O flagelo da crise e desespero no nosso país é visível de muitas e variadas formas. Uma delas é a "ganância" com que os colaboradores/funcionários das lojas nos "atacam" mal pomos o pé dentro do espaço. Tudo isto devido a salários precários que se compõem (pouco) graças a comissões de venda. O que resulta daí são "abutres" (perdoem-me a expressão) desesperados por nos vender qualquer coisinha.
Muito se falou das maravilhas do comércio tradicional e do atendimento personalizado. Rapidamente este conceito se estendeu às grandes superfícies e lojas de shopping, em que meninas sorridentes te oferecem café e te acompanham até à porta carregando os sacos. Até aqui nada contra...
O descalabro começa quando entras numa loja e de repente te vês rodeada por duas funcionárias: "Procura algo em especial?", "Já viu a nossa nova coleção, que bonita?!", "Não temos as calças pretas que procura mas tenho saias azuis e amarelas que não lhe interessam nada mas que quero desesperadamente vender!". Irra!
Um simples "Precisa de ajuda?" chega! Sim, eu sei que ela está lá e se não encontrar o que procuro eu pergunto, fácil assim. Detesto sentir-me perseguida e vigiada quando estou numa loja, sentir-me pressionada a comprar. É quando saio mais depressa. Se quiser conselhos ou opiniões levo uma amiga ou uma fashion adviser...
O atendimento personalizado e atencioso passa por dar espaço ao cliente, mostrar-se disponível com a sua presença e ter um sorriso na cara. Todos os serviços extra, se precisar solicito.
Boas compras ;-)
C.




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